VALOR ECONÔMICO - OPINIÃO - 07/03/2017
O artigo da capa da revista The Economist publicada no início de fevereiro, intitulado "Um insurgente na Casa Branca", destaca que quanto mais o Sr. Trump emprega discursos para ofender a "opinião educada", mais seus apoiadores estão convencidos que ele irá desalojar a professoral e gananciosa elite dos salões de Washington.
O artigo chega a associar sua popularidade com a percepção de sua capacidade de esquivar-se dos experts que subvertem o desejo popular para servirem a si mesmos. A massa de prejudicados nos últimos trinta anos manifesta sua rejeição ao establishment, inconformada com a dramática ruptura das relações mais "equilibradas" entre os poderes do "livre mercado" e o resguardo dos direitos socioeconômicos dos cidadãos desfavorecidos.
Esse sentimento foi reforçado após o resultado nas urnas contrariar novamente a previsão dos economistas. Ao invés de desacelerarem, os consumidores britânicos passaram a gastar mais e os setores de construção, manufatura e serviços se recuperaram desde a saída da União Europeia. O mercado de ações americano ganhou quase US$ 3 trilhões em valor desde a eleição em 8 de novembro.
Impressiona o poder performático da linguagem de Trump na construção da ´realidade´ dos que o elegeram
Segundo Robert Skidelsky, ante o comportamento contrário ao esperado, os economistas reagem como o alfaiate que culpa o cliente porque seu corpo não se "ajusta" ao novo terno.
No Congresso, Trump reafirmou o discurso que o conduziu à Casa Branca: "Nós não deixaremos os erros das décadas recentes definirem o curso do nosso futuro. Por muito tempo nós assistimos nossa classe média encolher enquanto exportávamos nossos empregos e riqueza para países estrangeiros. Nós financiamos e construímos um projeto global após o outro, mas ignoramos o destino das nossas crianças em cidades como Chicago, Baltimore, Detroit e tantos outros lugares pelo país. Nós gastamos trilhões de dólares fora do país, enquanto nossa infraestrutura doméstica se desintegrou".
Os dados manejados por Trump são contestáveis. No entanto, impressiona o poder performático da linguagem do novo presidente na construção da "realidade" vivida pelos americanos que o elegeram. A imprensa e a mídia social se defrontam com um temível adversário na porfia da comunicação de massas. Ele afirma, sem trepidar:
Noventa e quatro milhões de americanos estão fora da força de trabalho; mais de quarenta e três milhões de pessoas vivem em pobreza e dependem de programas assistenciais para se alimentarem, os chamados "food stamps"; mais de uma em cada cinco pessoas não estão trabalhando em seus cinco primeiros anos de carreira; essa é a pior recuperação financeira em 65 anos; nos últimos oito anos a administração passada colocou mais dívidas novas que quase todos os outros presidentes combinados (faltou lembrar que a maior parte dessa dívida deriva do resgate aos bancos que, sob a égide da desregulamentação financeira, levaram a alavancagem exótica às raias do paroxismo); mais de um quarto dos empregos da manufatura estadunidense foi perdida desde que o Nafta foi aprovado; mais de 60 mil fábricas foram perdidas desde que a China se juntou à OMC em 2001; o déficit comercial americano no último ano esteve próximo de US$ 800 bilhões.
"A América dispendeu aproximadamente US$ 6 trilhões no Oriente Médio, enquanto a nossa infraestrutura se desintegrava. Com US$ 6 trilhões nós poderíamos reconstruir nosso país, duas vezes. (...) Indústrias agonizantes ressuscitarão rugindo... Nossos militares receberão os recursos que seus bravos guerreiros tanto merecem. A infraestrutura em desintegração será substituída por novas rodovias, pontes, túneis, aeroportos e ferrovias reluzentes através da nossa linda terra".
Trump afirma que chegou o momento de um novo programa nacional de reconstrução, e solicita ao Congresso a aprovação da legislação que produzirá US$ 1 trilhão em investimento em infraestrutura nos Estados Unidos - financiado tanto por capital público quanto privado, carregando a expectativa de criar milhões de novos empregos.
Esse esforço se apoia em dois pilares: "Compre americano e contrate americano". São sintomáticos os empenhos para que a construção do Keystone and Dakota Access Pipelines utilize aço americano em seus oleodutos, e a retirada dos Estados Unidos do antes celebrado Tratado Transpacífico, agora apelidado de "assassino de empregos". O magnata alaranjado do ramo imobiliário edificou sua popularidade ao prometer tarifas de 45% sobre a importação de produtos chineses, extensíveis às empresas que deslocarem sua produção para fora do país.
Os desafios que ameaçam a criação de bons empregos para a classe média são proporcionais à agressividade presidencial. Há quem chame a atenção para os riscos inerentes à anunciada desregulamentação financeira, a brecada na Lei Dodd-Frank; Janet Yellen promete seguir com a elevação na taxa de juros; o previsível terremoto no mercado de trabalho com o avanço da chamada quarta revolução industrial.
Segundo James Galbraith apenas 8% dos empregos americanos hoje estão na manufatura e eles dificilmente retornarão aos 30% dos anos 1950, pois novas fábricas teriam a melhor tecnologia disponível, o que implicaria empregar muito menos mão de obra.
Para Galbraith os governos terão de compensar a tendência estrutural de queda no emprego na indústria pela criação de empregos úteis no setor de serviços, como educação e saúde, e investimentos em infraestrutura, o que pode ser incompatível com a promessa de reforma fiscal com redução histórica na tributação.
Malgrado as diferenças históricas, são inequívocas as semelhanças de inspiração entre o programa de Trump e as políticas econômicas dos regimes "populistas" dos anos 30 do século XX. As semelhanças abrangem a proclamação da primazia do interesse nacional; a privatização do Estado, ocupado diretamente por um comitê de grupos empresariais; a politização da economia, administrada despoticamente pelo estatal-privatismo, na contramão do "mercado". A onipresença da Goldman Sachs no gabinete de Trump mimetiza o poder da Siemens e da Krupp na política econômica do III Reich.
Recomendamos a leitura das memórias de Hjalmar Schacht, o banqueiro de Hitler.
Luiz Gonzaga Belluzzo, ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda é professor titular do Instituto de Economia da Unicamp, escreve mensalmente às terças-feiras. Em 2001, foi incluído entre os 100 maiores economistas heterodoxos do século XX no Biographical Dictionary of Dissenting Economists.
Gabriel Galípolo, professor do departamento de economia da PUC/SP, é sócio da Galípolo Consultoria
¿Te duermes con el celular al lado de la cama? En ese caso, ¡tienes que dejar de hacerlo ya!
Investigadores israelíes del Weizmann Institute of Science han examinado los riesgos que los celulares tienen para la salud y han llevado a cabo pruebas para medir la radiación a la que está expuesta el cuerpo mientras se usa el teléfono móvil.
Hoy en día, casi todos tenemos un teléfono celular o uno inteligente (smartphone), y muchas personas simplemente no pueden imaginarse su vida sin uno de estos dispositivos. Después de todo, los teléfonos modernos no solo nos permiten hablar y mensajearnos con los demás. La gente los usa para entretenerse con los videojuegos, escuchar música, compartir fotos y vídeos, y la lista sigue y sigue. Mucha gente se siente desnuda sin su teléfono móvil y lo lleva a todos lados, ¡incluso al cuarto de baño! A pesar de todas sus ventajas, estos aparatos pueden tener un efecto negativo en tu salud. La mayoría de las personas lo saben pero prefieren ignorarlo por comodidad.
Sin embargo, investigadores israelíes del Weizmann Institute of Science han examinado los riesgos que los celulares tienen para la salud y han llevado a cabo pruebas para medir la radiación a la que está expuesta el cuerpo mientras se usa el teléfono móvil. Los resultados de este estudio fueron publicados en la la revista Biochemical Journal y muestran claramente que usar el celular durante 15 minutos puede producir cambios en las células del cerebro. Además podrían jugar un papel importante en el desarrollo del cáncer.
Todos los teléfonos móviles cumplen con unas normas muy estrictas y específicas en cada país. Asimismo, deben ser probados para determinar su tasa de absorción específica (en inglés, SAR). Esta medida indica la cantidad de radiación que el cuerpo absorbe mientras se usa el celular.
En la siguiente lista encontraras los 20 teléfonos móviles con la mayor tasa de absorción específica, SAR, de acuerdo con el test. ¿Tu teléfono se encuentra en la lista?
| Marca y modelo | Nivel de SAR | Operador | |
| 1. | Motorola Droid Maxx | 1.54 | Verizon |
| 1a | Motorola Droid Ultra | 1.54 | Verizon |
| 3 | Alcatel One Touch Evolve | 1.49 | T-Mobile |
| 3a | Huawei Vitria | 1.49 | Metro PCS |
| 5 | Kyocera Hydro Edge | 1.48 | Sprint |
| 6 | Kyocera Kona | 1.45 | Sprint |
| 7 | Kyocera Hydro XTRM | 1.44 | Metro PCS |
| 8 | BlackBerry Z10 | 1.42 | Verizon |
| 9 | BlackBerry Z30 | 1.41 | Verizon |
| 9a | ZTE Source | 1.41 | Cricket |
| 9b | ZTE Warp 4G | 1.41 | Boost |
| 12 | Nokia Lumia 925 | 1.4 | T-Mobile |
| 12a | Nokia Lumia 928 | 1.4 | Verizon |
| 14 | Sonim XP Strike | 1.39 | Sprint |
| 14a | Kyocera Hydro Elite | 1.39 | Verizon |
| 16 | T-Mobile Prism 2 | 1.385 | T-Mobile |
| 17 | Virgin Mobile Supreme | 1.38 | Virgin |
| 17a | Sprint Vital | 1.38 | Sprint |
| 19 | Sprint Force | 1.37 | Sprint |
| 20 | Huawei Pal | 1.33 | Metro-PCS |
Y esta lista muestra cuáles son los 20 móviles con la menor tasa de absorción específica, SAR, de acuerdo con el test:
| Marca y modelo | Nivel de SAR | Operador | |
| 1 | Verkool Vortext RS90 | 0.18 | Unlocked |
| 2 | Samsung Galaxy Note | 0.19 | T-Mobile |
| 3 | ZTE Nubia 5 | 0.225 | Unlocked |
| 4 | Samsung Galaxy Note 2 | 0.28 | Verizon |
| 5 | Samsung Galaxy Mega | 0.321 | AT&T |
| 6 | Kyocera Dura XT | 0.328 | Sprint |
| 7 | Pantech Discover | 0.35 | AT&T |
| 8 | Samsung Galaxy Beam | 0.36 | Unlocked |
| 9 | Samsung Galaxy Stratosphere II | 0.37 | Verizon |
| 10 | Pantech Swift | 0.386 | AT&T |
| 11 | Samsung Jitterbug Plus | 0.4 | Great Call |
| 11a | Jitterbug Plus | 0,4 | Great Call |
| 13 | LG Exalt | 0.43 | Verizon |
| 13a | Samsung Galaxy Note 2 | 0.43 | Sprint |
| 15 | HTC One V | 0.455 | US Cellular |
| 16 | LG Optimus Vu | 0.462 | Unlocked |
| 17 | Samsung Galaxy S Relay 4G | 0.47 | T-Mobile |
| 17a | Samsung Rugby 3 | 0.47 | AT&T |
| 19 | HTC One Max | 0.5 | Sprint |
| 20 | LG G2 | 0.51 | T-Mobile |
Pero, ¿hay algo que puedas hacer para reducir los efectos dañinos de esta radiación? ¡Afortunadamente, la respuesta es sí!
Aquí tienes 11 medidas que puedes tomar para reducir los peligros de la radiación del teléfono móvil:
- Mantén conversaciones cortas.
- Activa tu teléfono en “modo de vuelo” cuando no lo estés usando.
- No te coloques el teléfono en la oreja mientras estés llamando, espera a que te contesten. Los teléfonos celulares emiten más radiación cuando están tratando de establecer una conexión.
- Asegúrate de que tu teléfono tiene una buena recepción. Los celulares emiten más radiación cuando la intensidad de la señal es débil.
- No dejes el teléfono junto a la cama cuando estés durmiendo.
- No lleves el teléfono demasiado cerca del cuerpo. Trata de transportarlo en un bolso si es posible.
- Asegúrate de no cubrir la antena de tu teléfono.
- Usa auriculares o el altavoz cuando sea posible. Es importante mantener el teléfono lejos de tu cabeza.
- Si tienes que permanecer con el teléfono móvil cerca de la cabeza, cambia de lado cada cierto tiempo.
- Si tienes niños, no los dejes usar el móvil durante mucho tiempo, solamente en caso de emergencia. El cerebro de los niños se está desarrollando; los más pequeños son particularmente sensibles a los efectos perjudiciales de la radiación. Esto ha sido demostrado en varios estudios.
- No uses la película de protección radiológica, ya que este material solo impide la recepción. Esto provoca que el teléfono produzca más radiación para mejorar la recepción.
Flickr/ www.audio-luci-store.it
Otra medida de seguridad importante es elegir un teléfono con un índice SAR bajo a la hora de comprar un móvil nuevo. Si haces esto y sigues las recomendaciones anteriores, puedes continuar disfrutando de todos los beneficios de un teléfono celular sin tener que preocuparte por tu salud.



